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CONFERÊNCIA ANUAL DOS MINISTÉRIOS DE
MINAS DAS AMÉRICAS
(CAMMA 2000)
(Vancouver 2000)
Com o mandato
da Quarta Conferência Anual dos Ministérios de Minas das Américas
(CAMMA), realizada em outubro de 1999 na cidade de Caracas, na
República Bolivariana da Venezuela, e de acordo com a Primeira
Conferência da CAMMA realizada em Santiago, no Chile em 1996,
e com a Cúpula da Bolívia sobre Desenvolvimento Sustentável de
1992, os ministros, vice-ministros, secretários de estado, vice-secretários,
diretores gerais e chefes de delegação, reunidos na cidade de
Vancouver, na Colúmbia Britânica, no Canadá, nos dias 5 e 6 de
outubro, por ocasião da Quinta Conferência Anual dos Ministérios
de Minas das Américas, a cargo do Ministério de Recursos Naturais
do Canadá, formulam a seguinte:
DECLARAÇÃO
DE VANCOUVER
Os ministros
e demais chefes de delegação, reconhecendo o progresso feito desde
a assinatura das Declarações de Santiago (1996), Arequipa (1997),
Buenos Aires (1998) e Caracas (1999), reafirmam os entendimentos
e compromissos contidos naqueles documentos e enfatizam o seguinte:
O desenvolvimento sustentável inclui considerações ambientais,
sociais e econômicas na tomada de decisões;
Os minerais e metais contribuem de maneira essencial para a manutenção
e melhoria da qualidade de vida e do meio-ambiente das gerações
presentes e futuras; e
O entendimento comum sobre minerais e metais, no contexto do desenvolvimento
sustentável e da crescente globalização e interdependência, requer
a cooperação e o intercâmbio de informações com outros foros e
organismos internacionais.
Considerando
que:
Os membros
reconhecem a importância e os benefícios dos esforços de cooperação
e colaboração;
Os Planos
de Ação, workshops e projetos já concluídos e em andamento estão
relacionados no Anexo I desta Declaração;
Um workshop
pan-americano sobre a formalização da pequena mineração como um
meio de reduzir a pobreza foi realizado em Caracas, na República
Bolivariana da Venezuela, nos dias 17 e 18 de julho de 2000, ao
qual compareceram representantes de governos, empresas, instituições
e organizações não-governamentais de 13 países;
A Reunião
de Especialistas dos Ministérios de Minas das Américas, realizada
em Caracas, na República Bolivariana da Venezuela, entre 19 e
21 de julho de 2000, chegou a conclusões e recomendações sobre
mineração e meio-ambiente, mineração e comunidades, acesso de
minerais e metais ao mercado, bem como recomendações baseadas
nas conclusões alcançadas no workshop de mineração em pequena
escala, que integram os Anexos II e III.
A indústria
de minerais e metais e os governos podem contribuir para o desenvolvimento
sustentável e o bem estar das comunidades apoiando e fortalecendo
sua capacidade de participar nos processos de avaliação de oportunidades
e desafios.
O processo
de fechamento de minas deve ser considerado desde o início de
cada projeto e o plano formal de fechamento é elemento necessário
para assegurar a contribuição da mineração para o desenvolvimento
sustentável e para a criação de condições estáveis e claras para
o bem-estar econômico, ambiental e social.
Baseados
nas considerações acima,
Os Ministérios
de Minas das Américas, ao mesmo tempo em que respeitam as jurisdições
de seus pares, concordam em:
1. Atribuir
ao Ministério de Recursos Naturais do Canadá as funções de secretariado
da Conferência Anual dos Ministérios de Minas das Américas e,
no cumprimento desse mandato, facilitar o encaminhamento dos assuntos
que lhe sejam solicitados e divulgar as informações sobre os workshops
necessários para que as decisões tomadas nesta declaração tenham
efeito.
2. Até a
próxima conferência, o Comitê Coordenador será composto por representantes
do Canadá (secretariado executivo); República Dominicana (país
sede VI CAMMA); América do Norte (Estados Unidos da América-Titular,
México-Suplente); América Central (Guatemala-Titular e Nicarágua-Suplente);
Caribe (Jamaica-Titular e Suplente a ser definido), América do
Sul, exceto MERCOSUL (Chile-Titular, Equador-Suplente); e MERCOSUL
(Argentina-Titular, Brasil-Suplente). O Comitê será responsável
pela coordenação e acompanhamento das atividades aprovadas na
Conferência.
3. O Comitê
Coordenador apoiará a criação de um grupo de trabalho sobre mineração
de pequena e média escala, que elaborará uma lista das demandas
de financiamento dos membros interessados.
4. Os países
buscarão dar continuidade a programas de apoio e/ou políticas
do setor, a fim de assegurar o bom uso dos investimentos na pequena
mineração.
5. Promover
a disseminação de informações ao público sobre a natureza da mineração
e sobre as ações desenvolvidas pela indústria de minerais e metais
que beneficiem as comunidades e o meio-ambiente.
6. Conscientizar
as empresas de mineração da conveniência de incluir em seus projetos
ações que induzam à geração de outras atividades produtivas para
o desenvolvimento sustentável das comunidades adjacentes após
a conclusão dos projetos.
7. Os países
da CAMMA devem apoiar o livre comércio de minerais e metais entre
países e regiões. Para tal finalidade, devem trabalhar junto a
outros países, produtores, consumidores e outros para demonstrar
que os minerais e metais podem ser produzidos, usados, reutilizados,
reciclados e devolvidos ao meio-ambiente de um modo socialmente
responsável, seguro para o meio-ambiente e economicamente eficiente.
8. Os países
membros deverão, em suas decisões sobre restrições ao uso e produção
de quaisquer minerais e metais no âmbito de suas jurisdições,
buscar adotar os princípios do Uso Seguro, como definido no Workshop
Pan-Americano de Uso Seguro de Minerais e Metais, realizado em
julho de 1998, em Lima, no Peru.
9. Estabelecer
grupos de estudo, compostos por membros da CAMMA que participem
de outros foros, tais como a Comissão sobre Desenvolvimento Sustentável
da Organização das Nações Unidas, o Fórum Consultivo de Metais
Não-Ferrosos sobre Desenvolvimento Sustentável e o Grupo de Especialistas
em Exploração e Desenvolvimento Mineral e Energético da Cooperação
Econômica Ásia Pacífico (GEMEED-APEC), cujo objetivo será harmonizar,
em um contexto global, os mercados de minerais e metais e o desenvolvimento
sustentável. Os grupos enviarão suas conclusões e recomendações
à Conferência.
10. Organizar
workshops sobre o fechamento de minas e o desenvolvimento das
atividades de mineração e seu relacionamento com as comunidades.
11. Em preparação
para a VI Conferência Anual dos Ministérios de Minas das Américas,
o Ministério de Recursos Naturais do Canadá, na condição de secretariado
executivo, organizará a Reunião dos Especialistas no Canadá, em
junho de 2001, e coordenará o intercâmbio de informações sobre
os temas que os países propuserem para inclusão na pauta.
12. Felicitar
o Canadá por sua hospitalidade e pelo elevado nível de profissionalismo
na organização da V CAMMA.
13. Realizar
a VI Conferência Anual dos Ministérios de Minas das Américas em
Santo Domingo, na República Domicana, no último trimestre de 2001.
Por estarem
de acordo com a presente Declaração, os representantes dos Ministérios
de Minas das Américas presentes à V Conferência Annual a assinam
a seguir.
Carlos Saravia Frías
Subsecretario de Energía y Minería
Argentina
Luciano De Freitas Borges
Secretario de Minas e Metalurgia
Brazil
Ralph Goodale
Minister, Natural Resources Canada
Canada
Jacqueline Saintard
Subsecretaria de Minería
Chile
Luisa Lafaurie
Vice Ministra de Minas
Colombia
José F. Castro
Director General de Geología y Minas
Costa Rica
Santiago Santos Repetto
Asesor de la Subsecretaría de Minas
Ecuador
Jorge Arauz
Vice Ministro de Energía y Minas
Guatemala
Samuel Hinds
Prime Minister
Guyana
Amilcar Zúñiga
Director Ejecutivo de Fomento Minero
Honduras
Robert Pickers Gill
Minister of Mining and Energy
Jamaica
Ignacio Navarro Zermeño
Coordinador General de Minería
México
Jorge Luis Préndiz Bonilla
Director Ejecutivo de la Administración Nacional de Recursos Geológicos
Nicaragua
Juan Carlos Benitez
Asesor de Minería, Vice Ministerio de Minas y Energía
Paraguay
Eduardo Pando Pacheco
Vice Ministro de Minas
Perú
Angel Lockward
Secretario de Estado de Industria y Comercio
República Dominicana
Nora Coccaro
Cónsul General Honoraria, en representación del Ministerio de
Energía y Minas
Uruguay
Sylvia Baca
Assistant Secretary, Land and Minerals Department of the Interior
United States
Alvaro Silva Calderón
Ministro Encargado de Energía y Minas
Venezuela
Anexo
I
PROJETOS DA CAMMA CONCLUÍDOS OU EM ANDAMENTO
A. Projetos
em andamento
Projeto 01/99 Relação dos recursos minerais dos países membros
da Associação dos Estados do Caribe (República Dominicana)
Projeto 02/99
Minerais e metais nas Américas: Implementação de desenvolvimento
sustentável (Canadá)
Projeto 06/99
Mapas metalogênicos sul-americanos (Argentina)
Projeto 11/99
Reunião para identificar as melhores práticas para evitar a contaminação
e recuperar terrenos danificados pela mineração, com vistas a
promover o desenvolvimento sustentável em mineração (EUA)
Projeto 20/99
Estudo e intercâmbio de informações sobre o fechamento e encerramento
de atividade de minas (Chile)
Website da
CAMMA Manutenção e aperfeiçoamento contínuo do sítio da web da
CAMMA (Canadá)
B. Workshops
e projetos concluídos
Workshop
Pan-americano sobre Saúde Ocupacional na Mineração (Buenos Aires,
Argentina)
Workshop
Pan-americano sobre o Uso Seguro de Metais e Minerais (Lima, Peru)
Workshop
sobre Desenvolvimento Sustentável (Santiago, Chile)
Projeto 13/99
Estabelecimento de bancos de dados e redes de informações (Canadá)
Projeto 08/99
Seminário sobre meio-ambiente e minorias étnicas (Colômbia)
Anexo
II
WORKSHOP PAN-AMERICANO SOBRE FORMALIZAÇÃO DA PEQUENA MINERAÇÃO
COMO MODO DE REDUZIR A POBREZA
17
E 18 DE JULHO DE 2000
CARACAS,
REPÚBLICA BOLIVARIANA DA VENEZUELA
CONCLUSÕES
Existem diversas
definições de pequena mineração, mas nenhuma delas é totalmente
satisfatória. Nestas conclusões, o termo "pequena mineração"
inclui a mineração artesanal do tipo formal e informal.
- A pequena
mineração existe em todos os países do continente americano e
em cada um deles assume características próprias.
- A contribuição
da pequena mineração é importante para as economias locais e regionais,
criando empregos diretos e indiretos.
- A pequena
mineração pode ser uma opção comercial válida à medida em que
contribui para o desenvolvimento sustentável.
- É possível
a coexistência e cooperação entre a pequena mineração e as operações
de grandes mineradoras.
- Os projetos
de pequena mineração necessitam de uma capacidade empreendedora
considerável.
- Os recursos
descobertos pela pequena mineração aumentam a riqueza das nações.
- A pequena
mineração permite a presença geopolítica dos governos em áreas
remotas.
- O trabalho
em associação estimula a competitividade, diminui custos e auxilia
o acesso ao mercado.
- Não existem
muitas histórias bem sucedidas de associações cooperativas na
pequena mineração.
- A pequena
mineração, comparada com outros segmentos desenvolvidos do setor,
é mais vulnerável à queda de preços internacionais de metais e
minerais, e não existem mecanismos para ajudá-la nessas situações.
- A legislação
sobre mineração não tem tido êxito na interpretação das condições
reais da pequena mineração.
- Em alguns
países, é muito difícil legalizar as operações de mineração como
um mecanismo para o desenvolvimento econômico e social das comunidades
associadas a elas.
- Os problemas
ambientais não são totalmente considerados nas operações de pequena
mineração.
- Existem
problemas nas áreas de segurança e saúde ocupacional.
- Existem
desvantagens técnicas nos projetos de operações.
- Os níveis
de exploração, preparo e desenvolvimento são muito baixos.
- O valor
agregado é geralmente pequeno.
- Nas atividades
mineiras em pequena escala, a percentagem de trabalhadores especializados
é baixa.
- Os investimentos
e atividades de pesquisa, desenvolvimento e análise de mercado
são muito pequenos ou inexistentes.
- Do ponto
de vista de unidades produtivas, muitas operações são muito pequenas
para altos níveis de mecanização.
- O uso de
ferramentas administrativas é limitado e geralmente rudimentar.
- Os sistemas
de informações são deficientes, limitando a capacidade de tomar
decisões racionais.
- É difícil
o acesso a fontes tradicionais de financiamento para a pequena
mineração.
- Os organismos
de crédito multilaterais não possuem programas específicos para
a pequena mineração.
- Em geral,
costuma existir uma falta de continuidade nos programas de apoio.
- É indispensável
implementar programas de treinamento específicos para a pequena
mineração.
- A pequena
mineração precisa de instituições governamentais fortes e competentes,
estabilidade nos níveis de liderança e continuidade nas políticas
setoriais.
RECOMENDAÇÕES
- As autoridades
da mineração devem motivar as autoridades econômicas a buscar
recursos junto a:
· Organismos de crédito multilaterais, como o BID, dentro de seus
programas para pequenas e médias empresas, para estabelecer linhas
de crédito para o desenvolvimento da pequena mineração, incluindo
treinamento e estabelecimento de instituições nesta área para
as instituições governamentais; e
· Orçamentos nacionais, que deveriam fazer contribuições maiores
ao apoio do desenvolvimento da mineração e na elevação do nível
técnico-operacional das instituições de mineração públicas.
- É preciso
garantir a continuidade dos programas de apoio e políticas do
setor para aproveitar ao máximo os investimentos públicos na pequena
mineração.
- É preciso
encontrar mecanismos para proteger a pequena mineração contra
as quedas dos preços internacionais de metais e minerais.
- É preciso
implantar mecanismos para facilitar, simplificar e proporcionar
acesso fácil à legalização das operações de mineração de pequena
escala.
- É preciso
dar assistência à pequena mineração para que ela cumpra com os
regulamentos de segurança e saúde ocupacionais e ambientais.
- É preciso
prestar apoio à pequena mineração para melhorar suas ferramentas
administrativas, atualizar sua tecnologia, torná-la competitiva,
reduzir custos e ganhar acesso ao mercado.
Anexo
III
PAINEL
1: MINERAÇÃO E MEIO-AMBIENTE
GERENCIAMENTO E INSTITUIÇÕES EM MINERAÇÃO E MEIO-AMBIENTE
- Os países
membros da CAMMA estão enfrentando problemas de gestão ambiental
na implementação de sistemas institucionais diferentes que regulam
as relações entre a mineração e o meio-ambiente. Os problemas
surgem devido à sobreposição de responsabilidades dos organismos
públicos correspondentes e à comunicação ineficiente entre eles.
Isso é observado ou refletido no nível nacional, federal, provincial
e em outros níveis.
- Como resultado,
os papéis das autoridades de mineração e ambientalistas no desenvolvimento
de projetos de mineração precisam ser reestruturados e reorientados.
Isto pode significar a criação de mecanismos de harmonização,
coordenação ou reestruturação, dependendo da situação política
e econômica de cada país.
FECHAMENTO DE MINAS
- Os países
reiteram que o fechamento de minas deve ser considerado desde
o início de cada projeto e que um planejamento formal do fechamento
constitui um elemento necessário para contribuir ao desenvolvimento
sustentável, ao mesmo tempo em que viabiliza a existência de condições
estáveis e claras para se alcançar o bem-estar econômico, ambiental
e social.
- As atividades
relacionadas ao projeto "Fechamento de minas: estudo e intercâmbio
de informações 20-99" devem ser intensificadas, convidando-se
países para compartilhar as informações necessárias à conclusão
do Memorando de Entendimento, estabelecendo assim as fundações,
tópicos e procedimentos para a execução do projeto acima mencionado,
conforme reafirmado durante esta reunião.
- Um dos
temas mais importantes a ser incluído no projeto é o impacto econômico
criado pelo fechamento de uma mina, incluindo os efeitos na sociedade,
re-emprego e desenvolvimento comunitário.
- É preciso
adotar uma abordagem abrangente no problema de fechamento de minas,
incluindo os aspectos ambientais, econômicos, sociais e políticos,
pois isso é fundamental para a contribuição que a mineração e
metalurgia podem fazer ao desenvolvimento sustentável.
USO DA TERRA
- O desenvolvimento
da mineração na região é afetado pela ausência ou carência de
políticas institucionais claras sobre o uso da terra. Isso normalmente
significa que, por razões ecológicas, grandes áreas são excluídas
das atividades de mineração (reservas ecológicas, áreas de proteção
da vida silvestre, comunidades indígenas), com o dano conseqüente
à economia causado pelo não-aproveitamento da riqueza mineral
que poderia contribuir ao desenvolvimento.
- Não possuímos
informações suficientes sobre o solo e subsolo para estabelecer
uma base científica que possa ser utilizada para determinar as
prioridades de uso.
RISCOS AMBIENTAIS DA MINERAÇÃO
- No passado,
a mineração foi causa de danos ambientais (depósitos de resíduos
fisicamente instáveis, minas com vazamentos ácidos, etc.) que
atualmente poluem os rios e fontes de água de superfície e, em
alguns casos, constituem um risco à saúde das comunidades adjacentes.
Os terrenos em áreas de mineração antigas também foram afetados
negativamente.
MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAIS PERIGOSOS
- Os países
também preocupam-se com o fato de que as atividades de mineração
freqüentemente vêm acompanhadas da movimentação e transporte de
substâncias perigosas na forma de insumos ou produtos derivados.
A movimentação imprópria destas substâncias pode causar acidentes
com conseqüências sérias para o meio-ambiente e para a saúde pública,
além de causar danos incalculáveis.
CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES
- A proteção
ambiental e o controle da mineração requer ações integradas das
diversas partes envolvidas, coordenadas pelos organismos públicos
responsáveis pela concessão das licenças de mineração.
- Deve-se
estabelecer órgãos únicos que representem o governo em todos os
âmbitos no processamento e autorização de projetos de mineração.
- Para fortalecer
essas instituições, deve-se fornecer treinamento e assistência
cooperativa técnica para funcionários públicos, empresas privadas
e outras partes interessadas.
- Recomenda-se
a elaboração de um workshop relacionado a experiências no fechamento
de minas.
- A confecção
de uma proposta deveria apresentar informações e dados geológicos
sobre o solo e subsolo com potencial de mineração, para que se
possa estabelecer uma metodologia científica que contribua para
a definição das prioridades do uso da terra.
- As obrigações
ambientais da mineração devem ser avaliadas, (minas, instalações,
depósitos e outros), independentemente de quem seja o responsável,
e classificadas em ordem de prioridade baseadas em:
- Risco de saúde e segurança.
- Níveis de danos ambientais.
- Também
é importante que os participantes principais avaliem métodos práticos
de gestão e financiamento da recuperação.
- Os países
com experiência nesse campo deveriam compartilhar seu conhecimento
e informações com todos os países membros da CAMMA, com vistas
a implementar planos de prevenção, controle e contingência.
PAINEL
2: MINERAÇÃO E COMUNIDADES
CONSIDERAÇÕES
- A mineração
é uma atividade econômica que cria bem-estar social. O setor desenvolveu
uma conscientização de suas responsabilidades sociais e ambientais
e tem sido uma dos primeiros a responder positivamente às exigências
sociais de proteção ambiental. Apesar disso, devido a costumes
passados, persiste uma visão negativa sobre a mineração, que deve
ser superada através de relações transparentes com o público.
- O setor
de mineração nem sempre mantém relações abertas e flexíveis com
todos os setores sociais em nível nacional, regional ou local,
compartilhando informações relevantes e oportunas e assegurando
um tratamento justo para todos os grupos da população.
- Existem
diferentes definições do termo "comunidade" nos diversos países
das Américas. Portanto, aconselha-se a formação de um grupo para
estudar, identificar e preparar um documento que defina as relações
entre o setor mineiro e a comunidade, e o próprio conceito de
comunidade.
- Durante
o processo de avaliação da viabilidade dos projetos de mineração,
os parâmetros técnicos e administrativos devem considerar o planejamento
do uso da terra e assegurar o uso pleno dos mecanismos legais
de participação pública. Além disso, os planos de uso da terra
devem incluir considerações sobre o potencial de mineração do
solo e subsolo, o que fortaleceria sua aplicabilidade e utilidade.
- A natureza
do relacionamento entre as companhias mineradoras e as comunidades
situadas perto dos projetos mudou. Agora é necessário canalizar
o apoio para a criação de opções alternativas de desenvolvimento,
de maneira que, no final da vida útil da mina, a atividade econômica
da comunidade esteja assegurada.
- As mudanças
atuais no setor são conseqüência do impacto social e ambiental
adverso da mineração em comunidades e países ocorridos no passado.
O reparo das conseqüências negativas é afetado pela falta generalizada
de recursos financeiros, e os próprios governos agora são responsáveis
pelo pagamento dos custos de danos ambientais relacionadas com
a mineração, gerados por antigas práticas de mineração.
- A experiência
envolvendo as ações do governo em comunidades mostrou que, com
poucas exceções, os governos não deveriam encarregar-se das obrigações
pertencentes ao setor privado. Seu papel regulamentador e fiscalizador
deveria ser ampliado para incluir provisões de informações confiáveis
e oportunas e a resolução de conflitos entre a indústria e a comunidade.
As necessidades básicas não atendidas das comunidades relacionadas
com projetos de mineração deveriam ser detectadas rapidamente
e seria preciso programar recursos para atendê-las.
RECOMENDAÇÕES
- Informar
ao público sobre a natureza da mineração, incluindo seus benefícios
e impactos, para contrapor a imagem negativa que estimula a oposição
pública ao desenvolvimento da mineração.
- Informar
às companhias mineradoras sobre a conveniência de se fornecer
informações regionais e locais sobre seus projetos, estabelecendo
canais de comunicação efetivos com as comunidades adjacentes e
obtendo informações dessas comunidades, com o intuito de reforçar
a cultura e valores locais e promover o interesse da comunidade
nas operações do setor de mineração e de metais presentes nas
proximidades.
- Recomendar
aos países membros da CAMMA que estudem os acordos internacionais,
tais como a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho
sobre Povos e Tribos Indígenas e acordos similares, e que considerem
as implicações incorridas pelas atividades de mineração. Também
se recomenda que os governos estabeleçam canais oficiais de comunicação
entre os ministérios de minas e os de relações exteriores com
o intuito de fornecer acesso permanente às informações sobre compromissos
internacionais em processos de ratificação que possam afetar atividades
de mineração.
- Promover
mecanismos oficiais de coordenação entre organismos de mineração
e autoridades ambientais com o propósito de definir, implementar,
examinar e adotar normas públicas sobre mineração e meio-ambiente.
- Propor
ao Secretariado Executivo da CAMMA que realize um workshop sobre
as relações entre mineração e a comunidade durante a próxima reunião
preparatória da VI Conferência Anual dos Ministérios de Minas
das Américas.
- Recomendar
que os governos promovam e auxiliem a inclusão do conceito de
solo e subsolo como recurso mineral em todos os aspectos dos programas
e processos de planejamento de uso do solo, que devem incluir
a participação pública através de canais legítimos disponíveis
em cada um dos países.
- Propor
à CEPAL que prepare um estudo sobre as opções financeiras para
a realização de atividades de divulgação do sistema atual de mineração,
sua influência na redução da pobreza, e a reparação de danos ambientais
causados por antigas atividades mineradoras.
- Incentivar
as companhias mineradoras a incluírem ações concebidas para gerar
outras atividades econômicas para o desenvolvimento sustentável
das comunidades adjacentes após o fechamento da mina em seus estudos
de viabilidade do projeto.
- Recomendar
que os governos, além de seu papel regulamentador e fiscalizador,
aumentem sua presença nas regiões mineradoras de seus países.
A autoridade de mineração deveria contar com um orçamento que
permitisse fornecer serviços de informações, participar em resoluções
de conflitos e agir como catalista, de modo que a ação governamental
atenda às necessidades básicas das comunidades ligadas a projetos
de mineração.
PAINEL
3: ACESSO AO MERCADO DE MINERAIS E METAIS
CONCLUSÕES
- Os paises
da CAMMA são responsáveis coletivamente pela produção de uma quantidade
significativa dos recursos minerais e metalúrgicos do mundo.
- A procura
por minerais e metais está aumentando, mas a contribuição relativa
de certas aplicações está diminuindo.
- Existe
uma disparidade entre a oferta e procura de metais e minerais
entre os países. Os países tendem a ser produtores de minerais
e metais, ou predominantemente consumidores.
- A qualidade
de vida dos cidadãos em ambos os países produtores e consumidores
é melhorada através do comércio e uso de mercadorias minerais
e metalúrgicas.
- São necessários
mercados saudáveis para que os países produtores e consumidores
maximizem a contribuição dos minerais e metais ao desenvolvimento
sustentável.
- Barreiras
tarifárias e não-tarifárias no comércio de minerais e metais podem
levar a uma redução da transparência, acesso e estabilidade do
mercado.
- As ações
regulamentadora e não-regulamentadora que afetam uma etapa no
ciclo de vida dos minerais e metais devem basear-se em critérios
científicos bem fundados e transparentes, de modo que as repercussões
potenciais sobre outros países ou etapas do ciclo de vida possam
ser avaliadas e minimizadas.
- Os países
produtores de minerais e metais não têm conhecimento das necessidades
das nações consumidoras, ao passo que estas também necessitam
dar-se conta dos interesses e desafios sociais, econômicos e ambientais
dos países que dependem da extração de recursos.
RECOMENDAÇÕES PARA MELHORAR O ACESSO AO MERCADO
- Os países
da CAMMA precisam apoiar o acesso ao mercado trabalhando em conjunto
nos foros internacionais para promover a redução de barreiras
tarifárias e não-tarifárias no comércio de minerais e metais entre
países e regiões.
- Os países
da CAMMA devem trabalhar vigorosamente com outros países, produtores,
consumidores e outros para demonstrar que os minerais e metais
podem ser produzidos, usados, reutilizados, reciclados e devolvidos
ao meio-ambiente de uma maneira socialmente responsável, segura
ao meio-ambiente e economicamente eficiente. Para fazê-lo, os
países da CAMMA deverão, onde possível:
- participar ativamente do Fórum Consultivo sobre Desenvolvimento
Sustentável de Metais Não-Ferrosos (NMCFSD), que está sendo organizado
por países membros do Grupo Internacional de Estudos do Cobre,
Grupo Internacional de Estudos do Chumbo e Zinco, e do Grupo Internacional
de Estudo do Níquel, e também engajar-se em outros foros internacionais
importantes para o setor de minerais e metais;
- examinar o trabalho da NMCFSD e identificar pontos de ação para
consideração futura pelos ministros da CAMMA;
- iniciar projetos de pesquisa conjunta com produtores, consumidores
e outros para tratar das lacunas existentes na ciência e no conhecimento,
necessários para avaliar riscos e para desenvolver e promover
processos produtivos e usos mais ambientalmente benignos, eficazes
e eficientes de metais e minerais. Essa pesquisa deverá ser feita
através de uma rede ou consórcio de institutos de pesquisas existentes,
como a CANMET no Canadá, CETEM no Brasil, CIMM no Chile, INTEMIN
na Argentina, e em cooperação com outros ao redor do mundo.
- Os setores
da indústria precisam demonstrar uma gestão responsável de seus
produtos durante os principais estágios do ciclo de vida dos minerais
e metais. Os diversos setores deveriam também cooperar uns com
outros para maximizar a contribuição dos minerais e metais ao
desenvolvimento sustentável.
Anexo IV
TERMOS DE REFERÊNCIA DA CAMMA
Missão
Reconhecendo a importante contribuição da mineração para o
desenvolvimento de nossas respectivas economias, reconhecendo
o papel que o desenvolvimento sustentável da indústria de minerais
e metais pode desempenhar na redução da pobreza e na melhoria
do bem estar das comunidades, ao mesmo tempo em que minimiza os
impactos ambientais do desenvolvimento da mineração, os Ministérios
de Minas das América assumem o compromisso de apoiar e promover
a implementação de políticas que levem em conta as questões ambientais,
sociais e econômicas nas decisões governamentais, apoiadas por
um conhecimento de base científica, e que estimularão o desenvolvimento,
a promoção, o correto gerenciamento e o uso seguro dos minerais
e metais nas Américas.
Princípios
- Estimular os países que possuem indústrias de mineração nas
Américas a adotarem atitude pró-ativa na deficição de suas políticas
minerais baseando-as no princípio do desenvolvimento sustentável,
conforme refletido nas conclusões e recomendações do Workshop
sobre Desenvolvimento Sustentável realizado em Santiago, no Chile,
em julho de 1997, adotadas na Declaração de Arequipa do mesmo
ano.
- Promover, nacional e internacionalmente, o uso seguro de minérios
e metais na exploração, extração, utilização, reutilização, reciclagem
e descarte, e implementar medidas adequadas e efetivas para minimizar
o impacto da mineração no meio ambiente.
- Divulgar a importância da mineração e sua contribuição ao desenvolvimento
sustentável das comunidades e economias entre os departamentos
governamentais nacionalmente e, no âmbito internacional, entre
instituições do setor público e privado e outros foros internacionais
de minérios e metais onde o desenvolvimento sustentável seja ou
possa ser discutido.
- Incentivar a cooperação internacional e estimular o intercâmbio
aberto de idéias, políticas, bancos de dados e melhores práticas,
dentro do contexto do desenvolvimento sustentável, através de
reuniões, seminários, teleconferências hemisféricas e do sítio
da web da CAMMA.
- Pôr em prática as Declarações da CAMMA, incluindo as decisões,
recomendações e diretrizes dos ministros e altos funcionários
dos governos da CAMMA, ao mesmo tempo em que se respeitam os limites
jurisdicionais nacionais.
TERMOS DE REFERÊNCIA DA CAMMA - ANEXO I
PROCEDIMENTOS DA CAMMA
Membros
1. A CAMMA está aberta a ministérios de minas das Américas. Entende-se
que "Américas" compreendem os países da América do Norte, América
Central, Caribe e América do Sul. Os países membros encontram-se
relacionados no Anexo II.
2. Os países membros são representados por ministros ou altos
funcionários responsáveis por decisões políticas relacionadas
a metais e minerais.
3. Os países que não são membros tornam-se membros da CAMMA notificando,
por escrito, o Secretariado Executivo e assinando os Termos de
Referência da CAMMA.
4. Os países não serão mais considerados membros da CAMMA se
comunicaram sua decisão de não participação ao Secretariado Executivo
ou não participarem em duas conferências consecutivas.
Condição de observador
5. É concedida a representantes governamentais de países das
Américas não-membros e com indústrias mineiras a condição de observadores
em todas as reuniões, workshops, seminários e outros eventos da
CAMMA.
6. O Secretariado Executivo, após consulta ao Comitê de Coordenação,
poderá conceder a condição de observador a especialistas de instituições
internacionais, organizações não-governamentais, foros multilaterais
e/ou regionais de mineração e outros, para maximizar os conhecimentos
acumulados e as redes criadas, a fim de elaborar conclusões e
recomendações para as Declarações da CAMMA.
Secretariado Executivo
7. O Secretariado Executivo da CAMMA deverá alternar-se anualmente.
A menos que acordado de outra maneira, o anfitrião da CAMMA da
Reunião Anual assumirá o Secretariado Executivo dos programas
de atividades da CAMMA do ano seguinte.
8. O mandato do Secretariado Executivo é:
- proporcionar apoio e coordenação para os membros da CAMMA;
- dirigir as funções do Comitê Coordenador da CAMMA, incluindo
a organização das reuniões e a Conferência Anual da CAMMA;
- facilitar as consultas aos membros, consolidar sua posição
e distribuir informações, conforme solicitado;
- manter-se em contato constante com o administrador do site
da web da CAMMA para maximizar o uso dessa ferramenta na divulgação
da CAMMA e na distribuição de informações sobre os ministérios
de minas das Américas.
Comitê de Coordenação
9. O Comitê será composto por um representante titular e um suplente
de cada uma das regiões a seguir: América do Norte, América Central,
Caribe, América do Sul (exceto Mercosul) e Mercosul.
10. O Comitê também incluirá o Secretariado Executivo e o anfitrião
da próxima Reunião Anual.
11. O mandato do Comitê consistirá em:
- agir como representante dos países membros em cada uma das
cinco regiões;
- planejar e coordenar as reuniões e atividades da CAMMA;
- implementar um plano de trabalho anual das atividades a serem
executadas pelos ministérios de minas, baseado nas conclusões
e recomendações das Declarações da CAMMA;
- acompanhar o progresso dos assuntos levantados pelos ministros
de minas nas Declarações da CAMMA, o andamento dos Projetos dos
Planos de Ação e dos grupos de trabalho da CAMMA.
12. A seleção do Comitê de Coordenação das atividades da CAMMA
do próximo ano será um item permanente da pauta da reunião preparatória.
Os membros do Comitê de Coordenação serão confirmados oficialmente
durante a Reunião Anual.
Seleção do país anfitrião da CAMMA
13. Haverá rodízio de país anfitrião entre as regiões reconhecidas
do hemisfério: América do Norte, América Central, Caribe, América
do Sul (exceto Mercosul) e Mercosul. Para os objetivos da CAMMA,
os países do Mercosul são os seguintes: Argentina, Brasil, Paraguai
e Uruguai.
14. Os membros que desejarem ser anfitriões da Reunião Anual
deverão notificar o Secretariado Executivo.
15. As indicações para país anfitrião da Conferência Anual será
um item permanente da pauta da reunião preparatória do ano anterior.
O anfitrião será escolhido através do consenso dos membros, seguindo
o rodízio de regiões, conforme disposto acima. O anfitrião será
confirmado oficialmente pelos ministros e chefes de delegações
na Conferência Anual do ano anterior.
Reuniões da CAMMA
16. Uma reunião de planejamento será realizada no primeiro trimestre
do ano civil a fim de se obterem as opiniões dos países membros
sobre os objetivos da CAMMA para o ano em questão.
17. A reunião preparatória de especialistas será realizada uma
vez ao ano no país do Secretariado Executivo, antes da Conferência
Anual, para que haja tempo suficiente para a preparação e coordenação
da Conferência Anual.
18. Poderá ser realizado um Workshop Pan-americano, paralelamente
à reunião preparatória, para pôr em prática as Declarações da
CAMMA e dos Projetos do Plano de Ação, ou como resultado de interesse
manifestado pelos membros.
19. A Conferência Anual será realizada no último trimestre do
ano civil.
20. Seminários, reuniões de grupos de trabalho, reuniões de planejamento
e/ou teleconferências específicas serão realizadas quando os membros
manifestarem interesse.
Idiomas dentro da CAMMA
21. Os quatro idiomas oficiais da CAMMA são: espanhol, francês,
inglês e português.
22. O Secretariado Executivo fará todo o possível para que a
documentação distribuída nas reuniões da CAMMA esteja disponível
em espanhol, francês, inglês e português.
23. Levando em consideração o idioma dos países participantes,
nos Workshops, na reunião preparatória e na Conferência Anual
se oferecerão serviços de tradução simultânea em, no mínimo, dois
idiomas oficiais da organização.
24. O web site da CAMMA refletirá os quatro idiomas do hemisfério
em todas as informações compartilhadas, cuja responsabilidade
caberá ao administrador do site. O idioma utilizado para a inclusão
de informações dos membros individuais ficará a critério deles.
Uso do web site da CAMMA
25. O web site será mantido para servir como um instrumento de
comunicação e um meio de difusão das políticas de desenvolvimento
sustentável da indústria de minerais e metais, proporcionar elos
eletrônicos com os ministérios de minas das Américas e servir
como uma biblioteca virtual dos documentos da CAMMA.
26. Após o período de dois anos em que o Canadá se compromete
a servir como administrador do site, ou seja, outubro de 2001,
essas responsabilidades serão examinadas anualmente pelos membros
na reunião preparatória.
Projetos do Plano de Ação da CAMMA
27. Os Projetos do Plano de Ação serão revisados anualmente pelos
membros durante a reunião preparatória.
28. Os objetivos, resultados esperados e produtos finais do projeto
serão entregues ao Secretariado Executivo, de acordo com o modelo
encontrado no Anexo III.
29. Os relatórios interinos de progresso dos projetos em andamento
serão enviados ao Secretariado Executivo para distribuição aos
outros membros antes da reunião preparatória.
30. Os relatórios finais de projetos concluídos serão enviados
ao Secretariado Executivo para distribuição aos outros membros
na reunião preparatória ou Conferência Anual.
TERMOS DE REFERÊNCIA DA CAMMA - ANEXO
II
Membros da CAMMA
(Por ocasião da IV CAMMA, Caracas, Venezuela, outubro de 1999)
Argentina
Bolívia
Brasil
Canadá
Chile
Colômbia
Costa Rica
Cuba
Equador
Estados Unidos
Guatemala
Guiana
Haiti
Honduras
Jamaica
México
Nicarágua
Paraguai
Peru
República Dominicana
Suriname
Uruguai
Venezuela
TERMOS DE REFERÊNCIA DA CAMMA - ANEXO
III
RESUMO DOS PROJETOS DO PLANO DE AÇÃO
Número do plano de ação:
Título do plano de ação: |
País patrocinador e informações de contato:
|
País:
Nome do contato:
Cargo:
Endereço:
Telefone:
Fax:
E-mail:
|
Outras organizações participantes (incluindo outros ministérios
de minas de membros da CAMMA):
Incluir: Nomes dos órgãos, nomes dos contatos, cargos,
endereços, números de telefone e fax, e endereços de e-mail
Relação dos principais objetivos:
Relação dos resultados esperados:
Descreva brevemente como o plano de ação atende
ou se relaciona aos objetivos dos Ministérios de Minas das Américas:
Aviso de isenção
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